Terça-feira | Outubro 16, 2007

Ideia agradável da Joana

 

    Era uma vez uma menina que se chamava Joana e que gostava muito de fazer compostos. Uma altura ao vir da escola, a melhora amiga dela disse-lhe para ela abrir uma loja de compotas dela são saborosas e doces.
    A Joana gostou da ideia da amiga e quando chegou a casa disse ao pai e á mãe. A mãe e o pai também gostaram muito da ideia e disseram-lhe que iam pensar na ideia.
     Como os pais da Joana eram pobres eles começaram logo a procura de uma loja para a Joana poder vender as compotas doces. Eles não tinham possibilidades de darem tudo o que a Joana queria e se ela vendesse muitas compotas ela ia ganhar muito dinheiro e já podia comprar o que quisesse.
    Dali a alguns dias os pais da Joana disseram-lhe que já estavam a tratar de arranjar lugar para ela vender as suas compotas doces. A Joana começou logo a fazer doces. A mãe da Joana lembrou-se que a sua filha Joana podia vender os seus doces na Garagem, só que antes tinham que dar lá uma arrumação. O pai concordou com a ideia e começaram logo a arranjar melhor a garagem.
    Dali a um mês eles já tinham a garagem arrumada, só faltava colocar lá o material. A amiga da Joana também ajudou os pais dela a ajeitar tudo.
    Quando a Joana já tinha muitas compotas feitas e a garagem já estava enfeitada, a amiga da Joana foi espalhar por todo o povo que tinha aberto uma loja de compotas doces de todos os sabores. Dali a 5 minutos a loja da Joana já estava cheia de muitas pessoas a comprarem compotas de todos os sabores. As pessoas que iam lá comprar compotas iam para casa e não voltavam para reclamar, mas sim para comprar mais.
    Quando a Joana fechou a loja para ir descansar ela deu o dinheiro aos pais para pagarem a luz e a água.
    Foi graças á amiga da Joana que ela agora é muito mais feliz da vida do que antes.
Escrito por Paula Juliana em 09:04:48 | Link permanente | Comments (28) |

Quinta-feira | Junho 14, 2007

Autor

Ana Maria Magalhães

Nome do livro

Uma aventura no supermercado:1º capítulo Balbúrdia no supermercado

Editor

Caminho

 

 

   O João estava a achar o sábado muito chato porque os amigos dele tinham ido passar o fim-de-semana fora e ele tinha que ir logo á noite a casa da Dona Balbina. A dona Balbina era vizinha, uma velhota e simpática e era amiga da avó. As filhas casadas moravam todas com a mãe.

   A avó tinha-lhe dado uma lista de compras que ele tinha que ir comprar e ele foi ao supermercado com o Faial. Disse ao Faial para esperar cá fora por ele. O João entrou dentro e não viu ninguém lá a fazer compras.

   Ele ia a fazer as compras e passou por o sítio que tinha as guloseimas e ele até queria alguma coisa, mas não sabia se o dinheiro chegava e pensou que primeiro faço as compras e depois ia se ver.

   Quando ele estava a ir para a caixa pagar ele olhou para trás e viu um homem gordo com o carrinho cheio de pastas de dentes que dava na televisão. O João começou a resmungar com ele por causa de ter deitado as compras dele ao chão. A partir dali começou uma polémica por causa da pasta de dentes e só o empregado do supermercado é que esclareceu tudo. Quando o João veio para fora olha para trás e vê que o homenzinho estava a segui-lo, mas conseguiu despistá-lo.

Escrito por Paula Juliana em 11:45:00 | Link permanente | Comments (0) |

Quinta-feira | Maio 31, 2007

Autor Maria Rosa Colaço Nome do Livro Aventuras de João-Flor e Joana-Amor Editor Vega João-Flor e Joana-Amor são dois simpáticos caracóis que, embora irmãos, são muito diferentes um do outro. Enquanto o João-Flor gosta imenso de viajar, a Joana-Amor, por medo, nem por isso. Já cansado de viagens, João-Flor, regressa para junto da irmã e resolve ficar a viver com ela para sempre numa amável e acolhedora árvore. Um dia, pelo Outono, o vento chega e leva com ele todas as folhas. Convencidas que vão para um baile, estas nem olham para atrás e depressa se esquecem da mãe-árvore que tanto as acarinhou. Perante a tristeza e abatimento da árvore, os manos caracóis resolvem ir atrás delas e convenceram-nas a voltar. O que significa uma grande viagem e a maior aventura das suas vidas.
Escrito por Paula Juliana em 11:51:07 | Link permanente | Comments (1) |

Quinta-feira | Maio 10, 2007

A noite de Natal

O amigo

 

 

   Era uma vez uma rapariga, que se chamava Joana e que não tinha amigos. Ela vivia numa casa pintada de amarelo com um jardim á volta.

 

   Numa manhã de Outubro, Joana estava encarrapitada no muro, passou lá um garoto e o coração de Joana deu um pulo de garganta, porque olhou para o garoto e viu que seria um bom amigo para ela. Ela começou a apresentar-se e ele também, e continuaram a falar até que ao longe apitou uma fábrica a dar meio-dia e o garoto teve que se ir embora á pressa.

 

   Foi assim que Joana encontrou um amigo.

 

 

Escrito por Paula Juliana em 12:15:04 | Link permanente | Comments (0) |

Sexta-feira | Maio 04, 2007

Dia da Mãe

 

   Querida mãe, eu sei que agora nas cruzes sou uma chata, porque estou a gastar-lhe muito dinheiro. Desculpe!!!

 

   Mãe, você é a minha melhor amiga. Quando faço “asneiras” e resmunga comigo, fico logo de mau-humor, mas eu sei que é para o meu bem.

 

   Mãe, nem sempre eu desabafo tudo com você porque tenho vergonha.

 

   Querida mãe, eu prometo-lhe que este ano e para os outros eu vou esforçar-me mais nas aulas.

 

   Espero que hoje dia 6 de Maio você se divirta muito porque hoje é o Dia da Mãe mas para mim o Dia da Mãe de todos os dias.

 

 

   FELIZ DIA DA MÃE.       

 

        

 

   Beijinhos para a melhor Mãe do Mundo da sua filha Paula Araújo.

 

Escrito por Paula Juliana em 17:09:10 | Link permanente | Comments (0) |

Quinta-feira | Abril 26, 2007

O TESOURO

 

 

 

   Havia três irmãos que eram pobres mas fidalgos do Reino das Astrúrias que são: o Rui, o Guanes e o Rastabal.

 

   Eles não tinham telhas nem vidros, a lareira não acendia, eles comem uma simples côdea de pão com alho e nas noites frias iam dormir para á estrebaria.

 

   Numa manhã de Primavera eles foram até á mata, para encontrarem comida, mas em vez de encontrar comida encontraram uma cova da rocha com um velho cofre de ferro, tinha três fechaduras e cada tinha a sua chave.

 

Eles conseguiram abrir e por dentro estava cheio de moedas de ouro!

 

   O Rui era o mais sensato e propôs que o tesouro fosse dos três. Mas eles tinham medo que alguém os visse se em caso quisessem levar o cofre para casa deles.

 

   O Guanes desconfiava dos irmãos porque o cofre tinha 3 chaves e para não ser roubado ele levava a  chave  dele.

 

   O Rostabal também queria levar a dele.

 

   Cada um trancou com a sua fechadura.

 

   O Rui e o Rostabal sentaram-se numa pedra enquanto as éguas iam pesticando.

 

   Se os mais velhos não tivessem insistido com o Guanes não achariam também o tesouro.

 

   O Rui perguntou ao Rostabal se fosse o Guanes a descobrir o tesouro  se achava que ele ia dividir com eles.

 

   O Rostabal disse que não ia ser ele a encontrar o tesouro porque ele é um egoísta. Eles não queriam que ele ficasse com alguma parte do tesouro e decidiram  matá-lo. Eles prenderam-no pelo freio e tiraram-lhe as chaves. O Rui deu um golpe certeiro no coração do Guanes. Eles enterraram o tesouro na adega. Eles decidiram fazer missas ricas pelo irmão.

 

   Eles foram ao tesouro buscar moedas e deixaram cair algumas sobre as pedras e gostavam do barulho do ouro.

 

   Eles foram espreitar as compras que Guanes fizera na aldeia e soltou-lhe uma gorda galinha assada e ficaram em dúvida em ele ter trazido 2 quando elas eram 3.

 

   Compraram uma garrafa de vinho para beberem junto com a galinha assada. O Rui puxou uma das éguas para junto do cofre e agarrou num punhado de ouro.

 

   Desequilibrando-se deixou cair de repente as moedas de ouro.

 

   O Rui sentia um lume que vinha do estômago até ás guelas, transpirando e tremendo pedia socorro ao Guanes e ao Rostabal.

 

   O Rui foi correndo até encontrar uma fonte, mas de nada lhe valia caído para cima da relva.

 

 Pensando que seria veneno, deitou o veneno no vinho. Os três irmãos estavam deitados, um para cada lado.

 

  

 

 

O defunto

 

 

                                                           I

 

 

   Em 1474 foi viver para Segóvia de boas famílias, vivia numa casa do lado da Igreja de Nossa Senhora do Pilar, em frente tinha o palácio de D. Afonso de Lara, sendo muito rico. Sua madrinha era a senhora do Pilar, onde ia rezar todos os dias.

 

   Dona Leonor tinha um marido muito ciumento, D. Rui apaixonou-se pela D. Leonor.

 

 

 

                                       II

 

 

 

   O marido de D.Leonor soube que D.Rui estava apaixonado por ela e proibiu-a de sair, dizendo que a sua esposa tinha que gostar dele.

 

   No dia seguinte o marido de D.Leonor mandou preparar trouxas e cavalos indo para uma beldade em cabril.

 

   D.Rui e toda a cidade souberam da notícia.

 

   D.Leonor ficou bastante sorridente, na quinta tinha ar, sol, flores, pássaros e ruas cheias de árvores belas, era como se fosse a liberdade.

 

   O velho irritado mandou a D.Leonor escrever uma carta ao D.Rui apontando uma espada ao coração de D.Leonor dizendo: o amor que senti por ti é falso, estando agora em cabril 

 

Escrito por Paula Juliana em 11:45:43 | Link permanente | Comments (0) |

Quinta-feira | Março 01, 2007

Seis contos de Eça de Queiros

A aia

Havia um rei que viajou para batalhar terras distantes e que deixou a sua mulher e o seu filho sós e tristes. Passando algum tempo souberam que o seu marido tinham morrido numa batalha. A rainha chorou por causa dele ter deixado o seu filho no meio de tantos inimigos, principalmente do tio dele, porque ele queria mandar no reino e ter grandes tesouros. vivia num castelo com os seus guerreiros.

Ao lado do príncepezinho dormia um bébé que era o filho de uma escrava que temia muito o príncepe.

O tio do príncepezinho desceu à planície e derrotou tudo, só para roubara e matar o seu sobrinho.

Ele tirou o príncepe do berço de marfim e pôs-lo no berço da verga, e escondeu-o. Mas a escrava descobriu onde estava.

O príncepe estava morto, esganado por mãos ferozes. A rainha pegou no filho e ergueu os braços. A rainha muito aflita, a escrava foi ajudá-la e para recompensá-la levaram-na ao tesouro real para ela escolher os riquezas que quiser. A ama estava em dúvida entre um pun num pinhal com esmeraldas.ha de rubis e um fio de diamantes. A ama chegou a pegar

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Escrito por Paula Juliana em 12:24:06 | Link permanente | Comments (1) |

Sexta-feira | Fevereiro 23, 2007

“ O Bando dos Quatro” “Um segredo na cave” O Bando dos Quatro é formado por a Catarina, o Álvaro, Frederico e o Carlos e eles gostam muito de aventuras. A mãe do Frederico convidou o Bando dos Quatro para irem lá a casa jantar e eles foram. A Catarina disse que o jantar estava uma delícia. Em casa do tio João ia haver a estalagem. É uma coisa que se faz para as pessoas irem ver mosteiros novos. No dia anterior da estalagem um homem vinha de carro para casa do tio João e quase que atropelava a Catarina e ela ficou de mau-humor por causa dele. Ele entrou com toda a velocidade no larguito fronteiro ao solar. Depois o homem sai do carro e pediu desculpa á Catarina, mas a Catarina andou o dia todo de mau-humor. No dia seguinte era o dia da estalagem e o tio João disse ao Bando dos Quatro para se portarem bem na festa e para irem dormir na cave. Eles disseram que estava bem. Eles foram á cave para irem arranjar5 as camas para eles dormirem e ouviram um barulho esquisito. Eles tiveram um bocado de medo mas fizeram as camas. Quando acabaram de fazer as camas eles foram contar ao tio João e ele disse que devia ter sido algum objecto que caiu abaixo. Ás 18:30m era a hora que começava a festa da estalagem. Ás 21:00m o tio João disse ao Bando dos Quatro para se irem deitar e eles ainda resmungaram um bocado, mas foram para a cave dormir. Á meia-noite, o Carlos ouviu um barulho esquisito e foi ver o que era, mas não encontrou nada e de manhã contou aos amigos e ao tio João. Os amigos dele ficaram zangados por causa dele não os ter acordado. O barulho que o Carlos ouvia de noite foi o mesmo durante 4 noites. A Catarina chegou a um ponto e disse que aquele barulho não podia continuar assim e o Frederico disse que este barulho que não podia ficar assim. Naquele mesmo dia eles concordaram todos que iam ficar esta noite acordados para verem de onde é que vinha este barulho. Á noite eles ouviram o barulho e foram ver. Eles desconfiaram logo que era uma pessoa que fazia este barulho porque ouviram as tábuas a fazerem barulho e foram logo ver quem era. Imaginem lá quem era! Era o homem que quase ia atropelar a Catarina noutro dia, o jornalista de Vila Rica. A Catarina perguntou muito zangada ao jornalista como é que ele entrou lá e de que é que ele andava á procura. Ele começou a gaguejar a dizer: Eu estou … estou, á procura do tesouro de Santa Isabel de Vila Rica. – Respondeu o jornalista. O Álvaro e o Carlos disseram ao jornalista que nunca tinham ouvido falar em nenhum tesouro e que para mais nunca tinham ouvido que ele estava guardado na casa do tio João. O Jornalista disse que tinha e que toda as pessoas de Vila Rica sabiam que existe o tesouro de Santa Isabel e que está lá guardado. O Bando dos Quatro continuou sem acreditar e a Catarina perguntou se era ele que fazia o barulho todas as noites e ele disse que era porque ele queria ser o primeiro a encontrar o tesouro que era para ser o primeiro a pôr nos jornais que era para o jornal de Vila Rica ter muito mais lucro que os outros. Mas como a Catarina ainda não se tinha esquecido da vez em que o jornalista quase que lhe atropelava a Catarina disse para ele se pôr dali para fora porque ali não tinha nenhum tesouro. E o jornalista lá se foi embora. Mesmo o Bando dos Quatro não terem acreditado no jornalista eles continuaram á procura ver se era mesmo verdade o que o jornalista dizia, mas não encontraram nada. No dia seguinte eles contaram tudo o que se tinha passado na noite passada ao tio João e ele ficou pasmado ao saber que era o jornalista que andava a fazer o barulho e porque ele também não sabia que na cave tinha um tesouro de Santa Isabel de Vila Rica. O tio João ficou um bocado curioso para saber o que era o tesouro e disse ao Bando dos Quatro que logo á tarde ia com eles para verem se encontravam alguma coisa na cave. Á tarde eles foram e descobriram uma frase, mas estava tudo desordenado. O tio João apontou a frase para um papel e passou a noite toda a pensar qual era a frase, mas conseguiu. De manhã o Bando dos Quatro foi ter a casa do tio João e perguntou-lhe se ele tinha descoberto o que queria dizer a frase. O tio João disse que já sabia e que a frase queria dizer que o tesouro de Santa Isabel de Vila Rica estava lá guardado. A Catarina perguntou ao tio João muito admirada se o que o jornalista disse era verdade do tesouro de Santa Isabel de Vila Rica e o tio João disse que era mesmo verdade. O Álvaro disse ao Bando dos Quatro e ao tio João que tinham de o ir procurar. Lá foram eles para a cave e no fim de andarem a procurar á 1 hora eles encontraram o tesouro. O tesouro era uma rosa e a imagem de Santa Isabel de Vila Rica. O Carlos perguntou a todos onde iam guardar a imagem da Santa Isabel de Vila Rica e eles decidiram pôr a imagem da Santa Isabel de Vila Rica no museu porque assim todas as pessoas de Vila Rica podiam ver a imagem. FIM
Escrito por Paula Juliana em 14:38:32 | Link permanente | Comments (2) |